Nasceu em 1918, em Aracaju, Sergipe. Estudou em seminários franciscanos nas cidades de Salvador, João Pessoa, na Paraíba, Paraná, entre outras. Foi ordenado sacerdote no ano de 1942 e enviado a Portugal em 1948 para estudar Literatura e pesquisar sobre a história dos franciscanos no Brasil.

Dirigiu a Diocese de Nova Iguaçu, que englobava várias cidades da Baixada Fluminense, entre 1966 e 1994. Se destacou por sua luta contra a desigualdade social e por ser uma expressiva liderança contra grupos militares durante o período ditatorial.

No ano de 1976 foi sequestrado, torturado, abandonado nu e no meio do mato, com o corpo pintado de vermelho. Seu carro foi explodido na frente da sede da Conferência dos Bispos do Rio de Janeiro. Diversos documentos diocesanos foram falsificados e distribuídos a comunidade numa tentativa de difamá-lo. Em 1977 recebeu novas ameaças de sequestro. Em 1979, as Igrejas de Santo Antônio da Prata e a de Santa Rita foram pichadas com injúrias a Dom Adriano. No mesmo ano, uma bomba explodiu no Altar Mor da Catedral de Santo Antônio, localizada no Centro de Nova Iguaçu.

Inaugurou o Centro de Direitos Humanos de Nova Iguaçu, em 1993 e deixou a direção da diocese aos 76 anos, falecendo em 10 de agosto de 1996.

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Fonte: SERAFIM, Adriana da Silva. D. Adriano: um bispo e um Movimento de Amigos (1966 – 1982). Anais do XXVI Simpósio Nacional de História. ANPUH, São Paulo, julho de 2011.

LOUZADA, Nassif. Homenagem a Dom Adriano Hypólito. Disponível em <http://advivo.com.br/blog/louzada/homenagem-a-dom-adriano-hypolito&gt; Acesso em 15 de Abril de 2016

DOM ADRIANO HYPOLITO. Disponível em <http://domadrianohypolito.blogspot.com.br/ > Acesso em 15 de Abril de 2016

 

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