A construção data do período de ouro da laranja em Nova Iguaçu, pertencendo a família Di Gregório. De ascendência italiana, era uma família tradicional de citricultores da década de 1930. Com acabamento em cerâmica italiana, é possível perceber que o piso com mosaico e o corrimão demonstram a preocupação de seu primeiro proprietário com o estilo italiano de arquitetura.

Em seguida, a casa abrigou um fórum e uma escola, sendo posteriormente desapropriada pela prefeitura para abrigar um centro cultural. O projeto de restauração da casa é do arquiteto Alfredo Brito. As obras se iniciaram em 2003, trazendo como proposta duas estruturas diferentes: uma eclética, preservando as instalações da residência, e outra contemporânea, voltada para as exposições, espetáculos e eventos.

Sua estrutura é dividida em 4 partes: a casa, o teatro, a biblioteca e o quintal das artes. No primeiro andar há um espaço para exposições e oficinas educativas. No segundo, há a sala da administração e uma segunda área para exposições. Nos fundos, o teatro Sylvio Monteiro, que traz esse nome em homenagem a um ator e teatrólogo da Baixada Fluminense. No terceiro andar do prédio aos fundos, se encontra a Biblioteca Cial Brito que é aberta a comunidade, dispondo de um espaço especial para o público infantil.

A construção é mercada por materiais importados da Itália, como os vitrais coloridos das escadas e banheiro. Além disso, há pinturas nas paredes que datam da sua construção, feitas a mão.

cdc1

cdc3

images

Por:

Ana Paula Costa Fonseca

Nathalia Luisa Melo Leal

Raphael Meiser Oliveira

Líris Viana de Souza Silva

(Alunos (as) do curso de Arquitetura e Urbanismo da UFRRJ)

Coordenador: Prof. Dr. Julio Cesar Ribeiro Sampaio

Acesse pelo celular ou tablet:

CASA DE CULTURA

 

 

Anúncios